Não vamos digitalizar uma profissão sem os profissionais.
Mensana está a ser construída com psicólogos licenciados em Portugal — antes de escrever qualquer linha de código que não sirva para nada.
A pergunta era simples.
Se um psicólogo tem 5 pacientes novos por mês e cada sessão começa com 10 minutos de recapitulação, isso é uma hora de trabalho clínico perdida por semana. Multiplica por 40 semanas, por 20 anos de carreira.
Trabalhamos em saúde digital há o tempo suficiente para ter visto dezenas de apps de wellness lançarem com orçamentos enormes e morrerem em silêncio — porque ninguém que fosse psicólogo clínico tinha entrado na sala onde as decisões foram tomadas.
Mensana começa com esta convicção simples: se não for co-construído com psicólogos licenciados, não merece existir.
"Não é um problema de tecnologia. É um problema de quem foi convidado a desenhar a tecnologia."
Cinco princípios que escrevemos antes de escrever código.
Quando uma decisão futura violar um destes, revogamos a decisão.
Psicólogos primeiro, tecnologia depois.
Nenhuma feature entra em produção sem validação com pelo menos 3 psicólogos licenciados que usariam essa feature na prática clínica.
Co-construção antes de código.
O roadmap não sai da cabeça de engenheiros. Sai de conversas, de wireframes feitos à mão, de sessões de observação em consultório (com consentimento explícito dos pacientes).
Transparência radical.
O paciente vê o que o psicólogo vê. O utilizador vê como a decisão foi tomada. A público vê o progresso, os compromissos e as falhas.
Devagar, porque é saúde.
Uma app de produtividade pode lançar em duas semanas. Uma infraestrutura clínica não. Não competimos em velocidade — competimos em rigor.
Respeito pelo trabalho clínico.
A tecnologia nunca substitui o psicólogo. Nunca interpreta. Nunca diagnostica. A relação terapêutica é o centro — tudo o resto é andaime.

Eduardo Pereira
Fundador e responsável por tudo o que escreves e lês aqui.[PLACEHOLDER — Nasci e cresci em cidade. Estudei área na universidade. Antes da Mensana, trabalhei em contexto onde percebi que insight.]
O que me trouxe aqui não foi ambição empresarial. Foi ter passado tempo suficiente com psicólogos clínicos para perceber que a ferramenta de que precisam ainda não existe — e que a única forma honesta de a construir é fazê-lo com eles, não para eles.
Se for para construir em público, que seja mesmo em público.
Trabalhar em público não é marketing. É disciplina. Obrigamo-nos a documentar o que fazemos, como pensamos, e o que falhámos — porque isso é o único contrapeso ao viés natural de quem quer que o projeto dê certo.
Build log semanal
Todas as semanas, o que fizemos, o que falhámos, o que aprendemos. Enviado por newsletter e arquivado público.
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Cada decisão arquitetónica importante escrita antes de ser executada. RFCs públicas no GitHub (a partir do Q3 2026).
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30 minutos. Sem pitch. Uma conversa sobre o teu consultório e o que te faltaria.